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Alimentação saudável é o que importa.
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Vídeo Técnico - Como fazer o cultivo hidropônico de hortaliças.



A Casa do Produtor Rural, com o objetivo de atender a crescente demanda por este assunto, conversou com o Engenheiro Agrônomo Adriano Dantas da Silva, mestrando do Departamento de Produção Vegetal, da ESALQ/USP, que destaca as vantagens e as etapas do cultivo hidropônico de hortaliças.
 
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL: fique esperto.

A alimentação para os seres humanos possui significado maior do que apenas garantir as necessidades do corpo. O ato de comer está relacionado a valores sociais, culturais, afetivos e sensoriais. Na maioria das vezes, comer é um momento de prazer e confraternização com nossos amigos e familiares. O alimento torna-se, assim, muito mais do que uma fonte de nutrientes. Apreciamos as cores e gostamos de sentir a textura e o sabor da comida. Mas isso não é tudo! Nesse jogo de sensações, precisamos lembrar que uma alimentação saudável:

Ricardo Pereira

Ricardo Pereira Silva 


ricperesilva@hotmail.com


A hidroponia é uma técnica de cultivar plantas sem o uso do solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contem todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta. Este sistema de produção apesar de ser considerado caro, pelo alto custo de investimento inicial destinado a sua instalação, destaca-se por inúmeras vantagens. Com a hidroponia consegue-se, em pequenas áreas, altas produções, além do fato de que o cultivo pode ser feito durante o ano todo com padronização das plantas, menor uso de insumos agrícolas, melhor sanidade, antecipação do ciclo da cultura e economia de agua, com até 70% menos comparado ao sistema de plantio convencional no solo.


Apesar disso, no Brasil o método de cultivo mais usado é o Fluxo Laminar de Nutrientes (NFT), com 90% das áreas de comercialização e muito utilizado para as culturas de alface e rúculas. Neste método as plantas recebem uma solução nutritiva por meio de um perfil de polipropileno, a água é bombeada de um reservatório até os canais de cultivo, passa por todos os perfis e retorna para o reservatório. A bomba é controlada por um temporizador que é programado para ligar/desligar em tempos distintos durante o dia e diferente durante a noite. Neste caso, as plantas passam por diversas fases: germinação, maternidade, fase de mudas e fase final onde permanece e após várias reposições de água chegam até o ponto ideal de colheita.


O DFT ou Floating, também conhecido como piscina, é muito utilizado para a fase de mudas. Em um reservatório de fibras, alvenaria ou material plástico, não há canais e as plantas ficam apoiadas em uma placa de isopor, sendo que suas raízes absorvem os nutrientes da solução que é colocada com apenas 4 a 5 cm suficientes para umedecer as raízes durante todo o seu período de desenvolvimento. Há um sistema de drenagem apenas para a retirada da água, o que mantém o nível da solução constante, mas facilita a disseminação de doenças.


O sistema com o uso de substrato é muito usado para as hortaliças e frutos como tomate, morango e pimentão. Neste método, ao contrário do NFT que utiliza os perfis para a circulação da solução nutritiva, é necessário o uso de recipientes como vasos ou sacolas para a acomodação dos substratos ou substancia inertes (pedras, argilas expandidas, fibra de coco e casca de pinus). Estes materiais servem de sustentação para as raízes das plantas e a solução fornece os nutrientes às plantas e é drenado pela parte inferior dos vasos, podendo ser descartado (sistema aberto) ou devolvido ao reservatório (sistema fechado).


Já a aeroponia, outro sistema de cultivo em hidroponia, se destaca principalmente se adequar a pequenos espaços. As plantas ficam suspensas em torres e/ou canos com as raízes no ar (no interior da torre). Neste caso, a solução nutritiva é aspergida com uma nevoa e as raízes recebem gotículas de água, se desenvolvendo em condição de escuro no interior da estrutura. Após passar pelas raízes a solução retorna ao reservatório.


Assim, a hidroponia é uma tecnologia que chegou para ficar, atendendo o cultivo de hortaliças, flores, forrageiras e até frutíferas. Não existe um sistema que seja melhor ou pior e sim aquele que se adequa a realidade e/ou potencial que o produtor quer alcançar. Com os preços elevados de terras e escassez de água, o método é o futuro da agricultura.


Ricardo Pereira Silva é engenheiro agrônomo e instrutor do Senar Goiás


Sistema FAEG


 
Tratamento de água da chuva
IPT lança manual para situa-ções emergenciais que con-templa todas as etapas, da captação à utilização da água de chuva

A captação da água de chuva hoje é realidade para muitos moradores de cidades como São Paulo, que vêm enfrentando uma crise hídrica que já afeta o abastecimento de diversos domicílios. Levando em conta este cenário, o IPT lança agora um manual que busca oferecer à população orientações para melhorar a qualidade dessa água, apresentando as boas práticas para a sua captação, armazenamento e utilização doméstica.

 

O manual, lançado em comemoração ao Dia Mundial da Água, 22 de março, é direcionado a famílias que vivem situações emergenciais e dissemina uma técnica relativamente simples, mas que respeita os requisitos que garantem o funcionamento do sistema e, principalmente, assegura a qualidade da água coletada.

 

De acordo com o pesquisador e autor do manual Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT


Para ver o Manual acesse o link abaixo:


http://issuu.com/iptmarketing/docs/cartilhachuva_final_20mar15/3?e=3357955/11957357


Varie nas saladas: 

10 hortaliças que devem fazer parte da sua alimentação


As hortaliças são tão importantes para nossa formação corporal, que o Ministério da Saúde, em junto à Organização Mundial de Saúde, recomenda a ingestão de, pelo menos, três porções dos alimentos por dia. Mas, não só a quantidade é importante. É necessário diversificar o menu, alternando diferentes alimentos a cada refeição.


"Nesse aspecto, o Brasil é um país privilegiado, no qual as condições de solo e clima permitem o cultivo de uma enorme diversidade de espécies de hortaliças, garantindo a disponibilidade de produto fresco durante todo o ano", diz a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Embrapa. O órgão, inclusive, lançou o projeto "Hortaliça não é só salada", um programa com informações e dicas para facilitar na hora de comprar, conservar e cozinhar esses alimentos.


Conheça algumas hortaliças e saiba os seus benefícios


Abóbora – Pertence à família Cucurbitácea, a mesma da melancia, do melão, do chuchu e do pepino. A abóbora é um fruto rico em vitamina A.


Abobrinha – É um fruto de fácil digestão, rico em niacina, além de ser fonte de vitaminas do complexo B. Possui poucas calorias.


Acelga - Cerca de 100 g dessa hortaliça atendem a necessidade diária de vitamina A de um adulto. Apresenta também razoável teor de vitamina C.


Agrião - O agrião de terra seca é uma hortaliça tipo folha, rica em vitamina C e em sais minerais. O agrião é mais rico em ferro que a couve e o espinafre e os talos são ricos em iodo.


Alface - A alface constitui uma importante fonte de sais minerais, principalmente de cálcio e de vitaminas, especialmente a vitamina A.


Alho - Rico em vitaminas do complexo B e contém uma quantidade de fósforo expressiva.


Berinjela - Apesar de ainda pouco consumida no Brasil, a berinjela é uma das hortaliças mais apreciadas no mundo. Contém cálcio, ferro e fósforo e pequenas quantidades de vitamina A e B5


Brócolis - O brócolis é uma hortaliça com poucas calorias, sendo recomendável em regimes de emagrecimento. Possui considerável teor de vitamina C.


Cenoura - A cenoura é uma hortaliça de elevado valor nutritivo, sendo provavelmente uma das melhores fontes de vitamina A. Também fornece cálcio, sódio e potássio.


Ervilha - As ervilhas são hortaliças muito nutritivas e fornecem boa quantidade de vitaminas A, C e B, minerais e fibras.


http://www.conquistesuavida.com.br 


Antioxidantes em Pimentões Vermelhos

PIMENTÃO VERMELHO É CAPAZ DE RETARDAR O ENVELHECIMENTO

Pesquisadores sul-coreanos descobrem a presença de antioxidantes em cultivares de pimentão vermelho. Além de ser de uma fonte natural, estes antioxidantes ajudam até na prevenção do câncer.

Renan Jose - Mundo das Hortaliças

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Uma equipe de pesquisadores do Departamento de Ciência em Plantas da Universidade Nacional de Gangneung-Wonju na Coréia do Sul, descobriram a presença de atividade antioxidante em compostos fenólicos, presentes nas folhas de 3 cultivares de pimentão vermelho (Capcium annum L.)

Recentemente pesquisadores têm estudado ativamente novas fontes de antioxidantes naturais, buscando proporcionar um ambiente mais seguro e saudável na produção de conservas, alimentos e cosméticos, visto que antioxidantes sintéticos têm demonstrado um certo teor de toxidade.

           No corpo humano, os antioxidantes, como o β-caroteno (presente no pimentão vermelho), são responsáveis pela eliminação de radicais livres prevenindo doenças como câncer, aterosclerose, diabetes e inflamações, além de retardar o envelhecimento.

         O pimentão, que é da família das Solanáceas é o vegetal, de temporada-livre, mais consumido no mundo. Além de boa fonte de antioxidantes, esta hortaliça é antimicrobiana e inibidora da tirosinase (essa última acelera o processo de oxidação). As propriedades antioxidantes foram pesquisadas pela a primeira vez no cultivo do pimentão vermelho, consagrando mais um passo, para o que eles chamam de busca pelo natural.



 
ESALQ desenvolve alface roxa que agrada aos olhos e ao paladar e ainda ajuda a prevenir o envelhecimento



Depois de dois anos de trabalho, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, apresenta aos produtores e consumidores de todo o País a Pira Roxa, alface de folhas totalmente roxas desenvolvida para aumentar a produtividade no cultivo em clima tropical e com um valor nutricional maior que as alfaces comuns.

A coloração roxa intensa se deve à presença em larga quantidade da antocianina, substância que confere ao alimento uma cor vermelha que, ao se misturar com o tom verde da clorofila, resulta na cor roxa. A Pira Roxa contém três vezes mais antocianina que as alfaces comuns e um teor também maior de antioxidantes, substâncias que ajudam no combate ao envelhecimento. “Foi provado, por um estudo publicado pela Sociedade Americana de Química, que a alface roxa tem maior quantidade de antioxidantes que a alface verde. Ela aproveita mais os bioflavonóides e combate os radicais livres associados ao envelhecimento precoce”, explica Cyro Paulino da Costa, responsável pela criação da nova alface, com seu doutorando Fernando Sala.

Sua aparência roxa surpreendente atrai os olhares dos consumidores e garante boas vendas. Para as mães, a alface roxa é um prato cheio para estimular os filhos a comerem verduras. “Toda mãe sabe que criança rejeita salada. A Pira Roxa torna a salada mais atrativa, por causa da cor forte, que é visualmente muito mais bonita. Além disso, hortaliças e frutas que são coloridas têm muito mais vitaminas, protetoras da saúde”, afirma Costa.

Para os alfacicultores, a Pira Roxa também oferece vantagens. Essa espécie de alface é mais resistente ao fungo míldio, que aparece na forma de lesões amareladas nas folhas e um pó esbranquiçado mais próximo à raiz. Esse fungo é responsável por grandes perdas no plantio de alface, que algumas vezes chegam a 100% da produção.

Por ter maior resistência ao míldio, a Pira Roxa dispensa o uso de agrotóxicos, o que diminui os custos do produtor e possibilita o cultivo orgânico da alface. “Os produtores de alimentos orgânicos gostaram muito da Pira Roxa. O plantio dela não exige agrotóxicos, o que é crítico na criação orgânica e resulta em um alimento de melhor qualidade para o consumidor”, acrescenta Costa.

Para os adeptos do cultivo hidropônico – no qual a hortaliça é cultivada na água, em vez de na terra –, a Pira Roxa se mostrou resistente ao fungo pythium, que causa a podridão da raiz e é um dos maiores problemas desse tipo de cultivo no País. “A Pira Roxa aumenta muito a produtividade na alfacicultura. Ela salvou muita gente porque no cultivo da alface tem muita perda, muito prejuízo”, afirma Costa.

Essa espécie também permite o cultivo contínuo da alface e garante uma maior durabilidade da alface no verão. “Como você tem alface o ano todo, a produção é maior e os preços, menores, o que favorece o consumidor”, explica Costa.

A alface roxa não é propriamente uma novidade no mercado de hortaliças. No Brasil, já se cultivam em pequena escala outros tipos de alface roxa, de coloração menos intensa e sem as propriedades atribuídas à Pira Roxa, como maior resistência a fungos e melhor aproveitamento no cultivo de verão.

Na Europa e Estados Unidos, cultiva-se a lolla rossa, espécie de minialface roxa muito utilizada por restaurantes para a decoração de pratos. “A Pira Roxa é tropicalizada, adaptada ao nosso clima e desenvolvida não para a ornamentação, mas para o consumo”, explica Costa.

Muito comuns no mercado internacional, versões melhoradas dos alimentos já começam a surgir no Brasil. Segundo Costa, há ainda muito espaço nas mesas brasileiras para a Pira Roxa. “É um produto diferenciado, que custa em torno de R$ 0,20 para o produtor e chega ao consumidor final por cerca de R$ 1,00. É quase o mesmo preço da alface comum, com todas as suas vantagens”, analisa.

O processo de criação – Para desenvolver a alface, a Esalq utilizou uma técnica já muito conhecida no meio agrônomo: o melhoramento clássico. Os pesquisadores combinaram duas variedades de alface, plantaram as sementes e selecionaram os melhores exemplares na colheita. Esses exemplares são novamente cruzados e replantados, para que os melhores sejam selecionados. Esse processo se repetiu inúmeras vezes, até que eles obtiveram as características desejadas. “Para conseguirmos a Pira Roxa, cruzamos a alface verde com a minialface roxa. Usamos as técnicas da velha genética mendeliana, selecionando na linhagem de diversas gerações quais alfaces eram as mais valiosas no quesito cor, resistência ao fungo e possibilidade de cultivo contínuo, o ano todo”, explica Costa.

Esse processo é completamente diferente do que produz os alimentos transgênicos, já que não manipula geneticamente o DNA da alface. Dessa forma, não há nenhuma possibilidade de efeitos colaterais de seu consumo a longo prazo.

O processo de melhoramento clássico é bem simples e por isso tem baixo custo de produção. Nos dois anos de cultivo, até chegar à Pira Roxa, o custo total foi de apenas R$ 2 mil. “São técnicas de baixo custo, que não exigem equipamentos caros. Esses gastos foram basicamente com gasolina da minha caminhonete, para ir de Piracicaba à fazenda em Campinas onde a alface era plantada”, brinca Costa.

O baixo custo se deveu também à parceria com um alfacicultor da região, que cedeu espaço para o cultivo da alface e, em troca, pode vender toda a produção. “Essa parceria contribuiu também com o processo de validação da alface. Todo novo alimento tem que ser aprovado pelo consumidor. A Pira Roxa teve uma grande aceitação tanto pelo mercado atacadista como pelo pequeno consumidor”, esclarece Costa.

Por ter sido comercializada durante todo o período de desenvolvimento, a Pira Roxa se tornou conhecida e muito procurada pelos produtores e consumidores da região. “Isso aqui é que nem uma bola de neve. Qualquer tecnologia desenvolvida que permita ganhar dinheiro gera um interesse muito grande por parte dos produtores”, afirma Costa.

Foram os comerciantes de Campinas, onde a alface é vendida, que inspiraram o nome da nova alface. Pira Roxa é uma junção de Piracicaba, cidade onde fica o campus da Esalq, e a cor roxa característica da alface. “Quando a alface era levada para o mercado atacadista de Campinas, os atacadistas a chamavam de Roxinha de Piracicaba, daí resolvemos nomeá-la Pira Roxa”, relembra Costa.

Como o objetivo da Esalq era restrito ao desenvolvimento da nova espécie, a produção e distribuição das sementes ficaram a cargo de uma empresa privada. “Nós transferimos a Pira Roxa para uma empresa nacional do Rio Grande do Sul, que faz a multiplicação da semente e a distribuição para os produtores.”, explica Costa.

Com o sucesso da alface roxa nos mercados da região, a empresa já começou a distribuir a Pira Roxa por todo o Brasil e logo a alface poderá ser comprada em qualquer supermercado. “Nossa idéia era mesmo criar uma possibilidade de agronegócio, algo rentável para os produtores”, conclui Costa.
Data de Publicação: 24/09/2006   Fonte: Jornal da USP -


Rótulos de alimentos terão de informar sobre variação nutricional de até 20% 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) terá de exigir dos fabricantes de alimentos a inclusão da advertência de que os valores nutricionais informados nos rótulos dos produtos podem variar em até 20%.

Rótulos de alimentos terão de informar sobre variação nutricional de até 20%  Pinterest/Reprodução
Foto: Pinterest / Reprodução


A decisão foi tomada pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar recurso apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) contra decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). Após apurar irregularidades na rotulagem de produtos light diet, o MPF ajuizou ação civil pública para que a Anvisa exigisse essa advertência nos rótulos.


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Extraído de ZH Vida e Estilo

 
Conselhos úteis para impedir a perda de nutrientes ao cozinhar

  • Descascar e cortar o alimento logo antes de preparar ou consumir;
  • Lavar de forma rápida antes de cozinhar;
  • Empregar formas de cozimento em que a água e o alimento entrem em contato o mínimo possível;
  • Esperar que a água ferva completamente para submergir o alimento, já que isso reduzirá o tempo de cozimento necessário;
  • Cozinhar hortaliças al dente e esfriá-las após cozinhar, para preservar suas vitaminas;
  • Aproveitar a água das verduras cozidas para fazer outros alimentos, como sopas;
  • Evitar armazenar frutas e hortaliças por muito tempo na geladeira;
  • Acrescentar vinagre ou suco de limão, que contribuem para a conservação das vitaminas e absorção de alguns minerais, como o ferro;

    Fonte: Fundação Espanhola de Dentistas e Nutricionistas e Associação para a Promoção do Consumo de Frutas e Hortaliças "5 al dia", da Espanha  

     
     

    Má alimentação causou meu diabetes, diz Tom Hanks

    O ator foi diagnosticado com o tipo 2 da doença em 2013 e afirma ter sido um " idiota" com a sua dieta.
    O ator Tom Hanks, diagnosticado com diabetes tipo 2 em 2013, Apesar do diagnóstico, Hanks acredita que, se alcançar o peso ideal estipulado por seu médico, pode se curar da doença 
    O ator Tom Hanks, diagnosticado com diabetes tipo 2 em 2013, Apesar do diagnóstico, Hanks acredita que, se alcançar o peso ideal estipulado por seu médico, pode se curar da doença (Getty Images/VEJA/VEJA)

    Para o ator americano Tom Hanks, de 59 anos, a má alimentação ao longo da vida foi a causa de sua diabetes. O ator foi diagnosticado com o tipo 2 da doença, aquele associado sobretudo ao estilo de vida.


    "Eu faço parte da geração americana preguiçosa que ficou dançando cegamente na festa e agora enfrenta uma doença. Eu era pesado. Vocês me viram nos filmes, vocês sabem como eu era. Eu era um completo idiota. Eu achava que poderia evitar isso ao tirar alguns ingredientes do meu cheeseburguer, mas é preciso um pouco mais do que isso.”, disse Hanks à revista britânica Radio Times.

     
     
     
    Cozinhar com água



    Os nutrientes dos alimentos também se perdem quando a comida é cozida com água. Diversos estudos científicos concluíram que ao ferver as verduras, boa parte de seus nutrientes se solta na água.


    A vitamina C e muitas das vitaminas B, como a B6 e a B12, são mais vulneráveis porque são solúveis em água. E normalmente essa água não é aproveitada, mas descartada - o que faz com que os nutrientes também se percam. A perda de nutrientes durante a fervura é maior do que em outras técnicas, como o microondas, a fritura ou o vapor.


    Então a melhor forma de reter as vitaminas e os nutrientes dos alimentos ao cozinhá-los é usar tempos curtos, que limitem a exposição ao calor, e um método de cozinhar que use menos líquido.


    Um artigo publicado em 2009 no Journal of Food Science concluiu, por exemplo, que o microondas mantém melhor os níveis de antioxidantes de alimentos como feijão, aspargos e cebola do que a fervura, o cozimento na panela de pressão ou o forno.


    Mas se o que mais te preocupa é manter o valor nutritivo dos alimentos, o melhor é cozinhar no vapor. Além disso, há outros passos que você pode fazer para conservar ao máximo o valor nutritivo dos alimentos. 

     

    Cientistas criam tomates negros

    E a novidade não é apenas a coloração diferente – novo fruto também seria mais saudável


    Pesquisadores israelenses criaram um tomate que tem a casca negra e o interior vermelho. O fruto é o resultado de uma mistura de variações do fruto e foi batizado de “Black Galaxy”.

    Além da curiosa coloração, foi observado que o pigmento que deixa a casca do tomate escura é fotosensitivo. Em outras palavras: quanto mais tempo passa no sol, mais escuro fica o Black Galaxy. Leia mais...


    por Redação Galileu     
     

    Ferva as sementes da melancia – os resultados vão chocar você!

    Nós todos amamos esta deliciosa e refrescante fruta: a melancia!

    mas ninguém sabe dos poderes que as sementes de melancia possuem., e por isso sempre as jogamos fora, porém depois de saber isso, este costume pode mudar!

    As sementes de melancia são carregadas de benefícios para a saúde. Elas são extremamente eficazes e benéficas para melhorar o sistema digestivo. E só de irem através do trato digestivo elas vão melhorando o processo de digestão, o que significa que os outros benefícios de saúde das sementes de melancia são utilizadas.

    Estas sementes são úteis para tratar doenças dos rins e vias urinárias. Faça um chá de sementes de melancia fresca, a fim de remover as pedras e areia nos rins.

    Cozinhe, triture ou asse-as, a fim de aproveitar ao máximo das suas propriedades medicinais

     Aqui está a receita mágica:

    Você precisa de 20-30 sementes de melancia. Moa e ferva por 15 minutos em 2 litros de água. Consuma este chá por durante 2 dias e faça uma pausa no terceiro dia.

    O procedimento deve ser repetido por várias semanas, mas é muito importante fazer uma pausa sempre no terceiro dia.

    Benefícios das sementes da melancia para a saúde

    - Protege a saúde do coração

    - Prevenir o envelhecimento

    - Remove acne

    - Fortalece o cabelo

    - Trata coceira no couro cabeludo

    - Evita danos nos cabelos

    - Evita fios quebradiços

    - Regula a pressão arterial

    - Previne doença cardíaca coronária

    - É rica em magnésio, o que melhora o sistema imunológico

    - Fornece aminoácidos essenciais

    - Dá gorduras saudáveis insaturados para o corpo

    - Cura edemas

    - Melhora a fertilidade masculina

    - Acelera a recuperação

    - Trata diabetes

    - Hidrata a pele

    - Mantém o cabelo preto

    ttps://www.natureba.net/ferva-as-sementes-da-melancia-os-resultados-vao-chocar-voce/

     

    Couve: hortaliça rica em nutrientes para uma alimentação saudável


    POSTED BY:

    www.coisasdaroça.com


    18 maio, 2015


    Couve, palavra que vem do latim caulis, “caule” é uma hortaliça que veio para o Brasil com os colonizadores portugueses e foi popularizada em nosso país pelos escravos. Sua origem ainda gera polêmica, pois acredita-se que ela veio da Europa e espalhou-se pelo mundo com os romanos, mas como sua linhagem é muito vasta não há uma informação precisa de sua origem. A couve que conhecemos é da mesma família do brócolis, couve-flor, couve de bruxelas e do repolho.


    Sua característica é possuir folhas longas, em vários tons de verde e de fácil cultivo, faz parte das hortas das zonas rurais de nosso país há muitos anos. Consumida em saladas, refogada com alho, como acompanhamento da feijoada, do angu, do caldo verde e de algumas farofas.


    Possui uma infinidade de propriedades benéficas para a saúde de quem a consome. Ela é rica em vitamina A, B1, B2, B3, B5, K e minerais como o cálcio, magnésio, fósforo e o ferro, por ajudar a prevenir várias doenças é considerada também como planta medicinal.


     Couve


    Ela auxilia no funcionamento intestinal por causa do seu alto teor de fibras, contribuindo para redução do colesterol, no fortalecimento dos ossos, previne a anemia, tem ação vermífuga, ajuda a combater problemas no fígado e no estômago e possui ação laxativa, ainda é grande aliada em dietas de emagrecimento por ter poucas calorias, mas pode provocar flatulência em algumas pessoas. Possui antioxidantes, ação anti-inflamatória, desintoxicante, além de fazer bem ao coração e ser muito utilizada em dietas detox, que é a sensação do momento. Estudos mais recentes apontam a couve como importante no bloqueio de substâncias cancerígenas.



    Apesar de vivemos em um país tropical, com grande diversidade de frutas, legumes e verduras, os brasileiros não consomem esses alimentos como deveriam. Para que esses alimentos possam contribuir para prevenção de doenças crônicas, o consumo mínimo recomendado pelo ministério é o de 400 gramas por dia, considerando-se uma dieta de 2000 kcal. Isso significa aumentar em pelo menos três vezes o consumo médio atual da população. As frutas, legumes e verduras são ricos em fibra alimentar, minerais e diferentes tipos de vitaminas, como os carotenóides, precursores da vitamina A que protege contra catarata e outras doenças da visão, além de auxiliar na imunidade do organismo. O consumo regular da variedade desses alimentos, combinados com outros ricos em carboidratos pouco processados, oferece garantia contra a deficiência da maioria das vitaminas e minerais e aumenta a resistência às infecções. 

    Extraído do Site médico